domingo, 23 de fevereiro de 2020

Sem título

Um chiste uma preza de prazer á prazo um algo a mais no cotidiano de felicidades conjugais e fugaz, meu rapaz. Uma aleatoriedade de sacanagem somente bobagem fruto de muita viajem e despersao ou talvez nao, meu irmao. Ou somente intuição mistificada de ilusão. Na real, peço perdão ja que tudo é acaso no cotidiano de pagamentos à prazo em que nem uma preza se empresta ao prazer de se ousar ser. Mas pra que tanto querer? estando o querido por vezes esquecido e resolvido a emudecer? E se pululam nos oividos outros quereres aquiecidos de manhã. Um pedido de perdão, agachado, sem se mostrar falando do ar do mar do desmistificar. Do abraçar. Do se soltar. Um espurgo de intimidade criativa na iniciativa de se ser. E padecer no pensamento o intento nojento do tormento receio que um dia no recreio veio entre veias mostrar suas feias características, meio misticas meio artísticas. Uma exposiçao de mim aqui no meio sem freio no veio do buraco que ha em mim, miudim, mas sem fim até o além. E há quem negue de si tal infinitude, alienado, amiúde, no contento de dentro de si de ali de aqui de qualquer lugar que possa dar um bom estar aparente inconsequente dormente. Um erro crasso é mao saber-se no buraco nao perceber-se fraco sobrepor-se a um macaco. É opaco, o desconhecido que foi esquecido subtraído do vivido que já foi da vida. Ah minha amiga..! esta lida esquecida é sem porquê nem pra quê. sem prazer sem chover sem foder sem viver... E toda quentura da espessura do mundo é minha ventura que dá alvura a tudo aqui no fundo. Ao que se desconhece ao que se enlouquece ao que sempre se arrefece em parcelas deglutiveis de compreensão de involução de descivilizaçao. E todo pulsar verdadeiro é tipo o triunfar de um guerreiro que me faz ir e sorrir e sucumbir e dormir e morrer.