quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pobres e falsos deuses que se acham no comodismo da espera! Acham-se no direito e na certeza de esperar por um sonho realizado, por um mero prazer moment"aneo, o que, de fato, ir[a faze-los esperar ainda mais, sendo a espera, as suas esperas, nada mais que tempo perdido. Pobres e falsos deuses que choram quando come;am bem no come;o mesmo a acreditar que suas esperas s'ao v'as, tais quais suas vidas ermas e bem est[aticas/ tais quais suas vontades ideologicas que nunca chegam, que nunca vem, que nunca sentem... Eu! Pobres e fracos deuses, mimados, criados por v[o, n'ao que eu tenha sido, acostumados com ovo maltine na geladeira, acostumados em amar violentamente algu[em s[o porque esse tem algo nos olhos que o faz chorar nas noites de solid'ao e frio em uma Bras[ilia vazia e sem perspectivas. Eu!

domingo, 20 de novembro de 2011

Ela diz que tem que ir embora, que marcou um compromisso {as 10hs da manh'a de um domingo nostálgico e cheio de sol. ~Mas puts, em pleno domingo, cara?~ eu digo com o sexo intumescido e vontades levemente reprimidas. ~Voce n'ao quer vir comigo?~ ela diz, com um sorriso amassado sobre os l[abios. Acho que o corpo dela, quase sempre jazido de lado, de costas para mim, fez-me lembrar v[arias coisas boas - tempos de normalidade e de dias apaixonados. Fazia tanto tempo que nem sabia mais como era dormir sendo aquecido por um calor, um calor de verdade, que se disp'oe aos outros calores sem muitas priva;'oes ou moralismos. Talvez eu tenha gostado do modo como voce se entrega... As coisas, atualmente, n'ao costumam se entregar assim, pelo menos para mim - n'ao sei - uma pobre alma idosa que costuma carregar o mundo em suas costas esqualidas. Mas o mais foda de tudo, [e que nem da ela me deu.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Alguem sem vida - momentaneamente sem vida - se coloca na frente de um computador. A principio sem muitos propositos. Talvez a espera de algum email...nao necessariamente interessante, pois nem isso eh de fato esperado... mas de um principio de uma nova espectativa, depois de tantas esperas e marasmos. Alguem sem vida - apenas momentaneamente - a cutucar teclas cheias de bacterias em uma biblioteca um tanto quanto escrota, portanto publica. Alguem que conta dizer algo de si para, talvez, si. Talvez seja so isso mesmo... um pouco de idealiza;oes que, quem sabe, as palavras que vao aparecendo na tela podem passar. Seria bom se ralmente passassem, as idealiza;oes, eu digo, mas ate agora, nada... E o dia caminha com a sua tipica transitoriedade e com a sua tipica rotina, nem um tanto agressivo e nem um tanto calmo de mais. Apenas caminha...

sábado, 5 de novembro de 2011

um blog de merda! merdi! merdan! foram aspirações, sei lá, de coisas superflusas e mal atendidas, o que era, o que foram. nao se saberá, não se saberão. mas eis aí, nada do que se soube é de fato o que se era. para vcs talvez naõ tera graça mas para aqueles do chousen, sim.