segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

influencias bukowskianas

Eu digo a ela que o seu beijo é preenchido, é um tipo de elogio peculiar, ou pelo menos imaginei ser. Ela sorri daquele jeito meio adolescente e um tando sem graça. Eu digo a ela que gostaria de comê-la e, tendo-a com suas pernas envoltas em minha cintura - sentados naquele meu colchão fudido -, ela balança a cabeça negativamente mas quase gozando. Ela carrega nos olhos um peso que visivelmente a impede de sorrir; acho que gostei disso. Agente deitou na rede e ficamos viajando nas letras dos Racionais. Eu sentia suas buceta pressionar o meu pau repetidas vezes, como se o peso de seus olhos, por apenas um estante, deixasse de existir. Ela diz que tem de ir embora, assim, meio que do nada e começa a colocar a blusa. Eu fico puto e pergunto, não tão puto assim, por que ela não vai me dá. ela diz que agente mal se conhece e eu a mando tomar no cu, em pensamento, é claro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário